{"id":13,"date":"2024-05-19T22:05:00","date_gmt":"2024-05-20T01:05:00","guid":{"rendered":"http:\/\/curitibametal.com\/?p=13"},"modified":"2025-01-18T13:13:42","modified_gmt":"2025-01-18T16:13:42","slug":"quando-a-banda-e-gringa-voces-aparecem-ne-fdp","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/curitibametal.com\/?p=13","title":{"rendered":"Quando a banda \u00e9 gringa voc\u00eas aparecem, n\u00e9 fdp\u2026"},"content":{"rendered":"\n<p>Na sexta-feira, 17\/05, voltei ao fat\u00eddico 92graus. Lugares que recebem shows de bandas underground s\u00e3o raridade aqui em Curitiba, por isso o p\u00fablico local fica ref\u00e9m dos mesmos lugares de sempre, os quais, com raras exce\u00e7\u00f5es, deixam a desejar na infraestrutura e na qualidade dos equipamentos de som. A programa\u00e7\u00e3o do evento tinha como atra\u00e7\u00e3o principal o show da banda de black metal&nbsp;<strong>Nightfall<\/strong>&nbsp;que, vinda da Gr\u00e9cia para turn\u00ea brasileira, seria acompanhada de suas cong\u00eaneres nacionais&nbsp;<strong>H\u00e9ia (GO), Noctus Arcanus (PR) e Finita (RS)<\/strong>. Foi, no geral, um evento bastante confuso, mas que rendeu bons shows e algumas conversas interessantes.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"819\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/curitibametal.com\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/image-1.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-14\" srcset=\"https:\/\/curitibametal.com\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/image-1.png 819w, https:\/\/curitibametal.com\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/image-1-240x300.png 240w, https:\/\/curitibametal.com\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/image-1-768x960.png 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 819px) 100vw, 819px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p id=\"faef\">O cartaz indicava que o evento come\u00e7aria \u00e0s 21h, mas, conhecendo o funcionamento dessas coisas, previ que os shows come\u00e7ariam um pouco mais tarde que isso. Bruno e Daniel, minhas companhias de todos os shows, insistiram em chegar \u00e0s 21h, mas preferi sair de casa por volta das 22h, informada de que nenhuma banda havia come\u00e7ado a tocar. Quando cheguei, a frente do bar estava movimentada e alguma banda j\u00e1 ocupava o palco da casa. Marquei bobeira de n\u00e3o ter comprado ingresso antecipado e acabei pagando 60 reais na hora, mas o que me pegou de surpresa \u00e9 que o evento que rolava dentro da casa n\u00e3o era aquele que eu tinha ido assistir. Sem avisar o p\u00fablico, o dono da casa marcou um outro evento para o mesmo dia mais cedo. Os shows de metal come\u00e7ariam, assim, muito mais tarde que o esperado.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"2e1a\">Daniel ficou t\u00e3o irritado que estava engra\u00e7ado, e alguns outros metaleiros tristes e cansados tamb\u00e9m reclamavam na porta do bar. Achei uma tremenda sacanagem porque o show do Nightfall estava marcado h\u00e1 muitos meses e v\u00e1rias pessoas foram direto do trabalho para o 92graus. De qualquer forma, foi bom ver um rol\u00ea de metal mais movimentado, especialmente tendo em vista o qu\u00e3o deserto estava o show do \u00faltimo domingo. Foi curioso, no entanto, perceber como a maci\u00e7a maioria do p\u00fablico do Nightfall era formada por gente que nunca vi na vida, em nenhum outro evento. N\u00e3o que eu seja uma refer\u00eancia em rol\u00ea de metal, visto que passei a ir aos eventos com maior frequ\u00eancia apenas recentemente, mas fiquei com uma sensa\u00e7\u00e3o bastante palp\u00e1vel de que o p\u00fablico que se despencou at\u00e9 o 92 na noite chuvosa de sexta tinha mais cara de frequentador de ~bar de rock~ do que da cena do metal mais ~underground~.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"afd8\">Costumo dividir o p\u00fablico do metal em duas categorias: ~bar de rock~ e ~showzinho~ (note o sarcasmo no uso de ambos os termos). A turma do bar de rock tem cara de babaca e costuma frequentar lugares com infraestrutura bacaninha e uma variada programa\u00e7\u00e3o de covers de bandas ruins. Tem de um tudo:&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/p\/C7EhlsTMkGe\/?utm_source=ig_web_copy_link&amp;igsh=MzRlODBiNWFlZA%3D%3D\" rel=\"noreferrer noopener\" target=\"_blank\">cover de Kiss,<\/a>&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/torkandroll\/?hl=en\" rel=\"noreferrer noopener\" target=\"_blank\">cover de Mot\u00f6rhead<\/a>,&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/bloodrockbar\/?hl=en\" rel=\"noreferrer noopener\" target=\"_blank\">cover de Charlie Brown Jr<\/a>\u2026 J\u00e1 o povo do showzinho \u00e9 um povo feio, triste e cansado. E m\u00e3o de vaca, porque n\u00e3o paga ingresso pra ver cover. \u00c9 o povo que, aqui em Curitiba, se despencava at\u00e9 o Lin\u00e3o, e que vai aos domingos ver as bandinhas que tocam de gra\u00e7a no Lado B at\u00e9 ser varrido para fora pelo Babbur.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"a8eb\">O rol\u00ea do ~showzinho~ \u00e9 historicamente feito na base da guerrilha. Ningu\u00e9m tem dinheiro, os eventos dificilmente se pagam, mas as bandas e o p\u00fablico insistem por amor \u00e0 m\u00fasica. Por isso me surpreendeu bastante que a banda principal tivesse um \u00f4nibus pr\u00f3prio. Na verdade faz sentido, j\u00e1 que o H\u00e9ia est\u00e1 acompanhando o Nightfall em uma longa turn\u00ea brasileira. Um \u00f4nibus grande acomodava as bandas e uma carreta levava os equipamentos, uma produ\u00e7\u00e3o caprichada da Tumba que garantiu que pela primeira vez na vida o som no 92 estivesse excelente. Al\u00e9m do equipamento, o Nightfall tamb\u00e9m trouxe de casa um engenheiro de som muito foda, o Dimitrios, que tem um est\u00fadio especializado em Jazz em Atenas, mas topou estudar metal do zero pra fazer as turn\u00eas internacionais dos amigos trevosos.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"962d\">Ante \u00e0 irrita\u00e7\u00e3o generalizada das bandas e do p\u00fablico, a banda principal foi colocada para abrir a noite. Tentei contar quantas pessoas assistiram o show principal, mas acho que n\u00e3o deu muito certo. No olh\u00f4metro contei 80 pessoas, at\u00e9 perguntei o que alguns amigos achavam e eles chutam n\u00fameros um pouco mais baixos. Era a primeira vez que eu ouvia Nightfall com alguma aten\u00e7\u00e3o, pois s\u00f3 conhecia uma ou duas m\u00fasicas sugeridas pelo modo aleat\u00f3rio do Spotify, e devo admitir que o show deles foi uma grata surpresa. Come\u00e7ou super breg\u00f3tico, com direito at\u00e9 a violino gravado, e foi se desenrolando at\u00e9 terminar com cara de hard rock. Pra ser honesta, n\u00e3o curti tanto o vocal nem a parte l\u00edrica da banda, mas convenhamos que letra de black metal mel\u00f3dico nunca \u00e9 grande coisa. No entanto, os m\u00fasicos foram sensacionais e a mixagem elevou consideravelmente a qualidade do som e da experi\u00eancia, com destaque para o baterista, Fotis, e a baixista, Vassiliki.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"a002\">Depois do show, quando todo mundo se encaminhou para a cal\u00e7ada em frente ao bar para respirar um ar fresco porque l\u00e1 dentro \u00e9 impossivelmente abafado, um cara b\u00eabado perguntou se eu tinha gostado do show e, como costumo ser simp\u00e1tica com estranhos, respondi que sim. Ele prosseguiu fazendo uma quantidade enorme de perguntas do tipo por que eu escuto metal, por que frequento shows e, insatisfeito com cada uma das minhas respostas, voltava a insistir e insistir. Bruno fez men\u00e7\u00e3o de me puxar mais para perto dele, mas o b\u00eabado n\u00e3o se ligou e eu j\u00e1 estava irritada. Respondi grosseira, mas, como ele n\u00e3o desistia, perguntei se ele estaria insistindo no interrogat\u00f3rio se em vez de mim falasse com Bruno. \u201cClaro que n\u00e3o\u201d, respondeu o inconveniente. Claro que n\u00e3o, porque ele \u00e9 homem e mulheres t\u00eam que justificar sua exist\u00eancia no underground (e fora dele) o tempo todo. Mandei ele sair de perto de mim. Bruno e Daniel ficaram quietos durante toda essa intera\u00e7\u00e3o, e o inconveniente s\u00f3 foi embora quando Bruno o dispensou em tom condescendente dizendo que estava tudo bem.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"33dd\">Fiquei muitos anos sem frequentar rol\u00eas de metal, e meu retorno gradual coincidiu com o in\u00edcio do namoro com Bruno. Foi, afinal, no show do Fossilization que nos conhecemos. Por frequentar os rol\u00eas acompanhada dele, primeiro como amigo, depois como namorado, tenho percebido essas viol\u00eancias de g\u00eanero de modo menos ativamente agressivo. Esse tipo de ass\u00e9dio, somado a atitudes generalizadas de misoginia e racismo me mantiveram afastada do metal por muito tempo e, honestamente, ainda me desmotivam bastante. Por ter trabalhado com abordagens interseccionais na minha tese de doutorado, hoje tenho instrumentos te\u00f3ricos e metodol\u00f3gicos para analisar esse tipo de quest\u00e3o, e \u00e9 o que pretendo fazer a partir desses di\u00e1rios de campo.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"057f\">Falando em viol\u00eancia, houve uma men\u00e7\u00e3o de briga durante o show do Nightfall. Pelo que pude assuntar, um cara que ningu\u00e9m conhecia deu um soco em um outro que estava acompanhado de v\u00e1rios amigos, e quando todos se viraram para peg\u00e1-lo, ele saiu do bar e foi embora. O cara que levou o soco ficou com o superc\u00edlio aberto. Depois algu\u00e9m comentou que poderia se tratar de um dos membros do Amen Corner, mas eu n\u00e3o saberia reconhecer, porque, mesmo sendo de Curitiba, o Amen Corner nunca toca aqui. O vocalista do Nightfall, como qualquer pessoa com um m\u00ednimo de dec\u00eancia parou o show at\u00e9 ver que nenhuma viol\u00eancia estava acontecendo, depois retomou do in\u00edcio a m\u00fasica interrompida.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"fade\">Mais que apenas um cara decente, Efthimis, o vocalista do Nightfall, demonstrou ser um cara muito firmeza ao ficar na plateia at\u00e9 o fim do \u00faltimo show da \u00faltima banda. Ap\u00f3s a banda principal, H\u00e9ia subiu ao palco do 92 j\u00e1 sem parte dos equipamentos utilizados pelo Nightfall, o que provocou uma pronunciada defici\u00eancia na qualidade do som. H\u00e9ia \u00e9 uma banda de black metal fundada em Goi\u00e1s, em 1999, e liderada pelo calveludo M\u00edstico. Como manda o black metal tradicional, o som \u00e9 bem cru. E \u00e9 s\u00f3 isso mesmo, n\u00e3o consegui perceber nada de diferente ou de especial na banda, n\u00e3o teve nada em particular que tenha me chamado a aten\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"6603\">Pensando bem, o show do H\u00e9ia me deu um insight sobre essas bandas mais antigas de black metal brasileiras, que surgiram num contexto em que o acesso discos\/fitas\/CDs ainda era muito caro e dif\u00edcil. Acredito que esse fator pese na defini\u00e7\u00e3o do estilo das bandas, que buscavam proporcionar ao seu p\u00fablico algo mais ou menos pr\u00f3ximo do som que nem sempre podiam consumir. Enfim, \u00e9 um t\u00f3pico a se pensar no decorrer dos registros.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"9cc4\">Gosto muit\u00edssimo do black metal do Noctus Arcanus, mas, infelizmente, eles precisaram cancelar de \u00faltima hora a participa\u00e7\u00e3o no evento. A sa\u00edda recente do baterista levou a algumas dificuldades com um m\u00fasico substituto que n\u00e3o puderam ser resolvidas em tempo h\u00e1bil, uma pena.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"dc86\">Se umas 20\u2013e-poucas pessoas assistiram o show do H\u00e9ia, metade disso viu a \u00faltima banda, Finita. Eu nunca tinha ouvido falar da banda, mas Daniel tinha comentado que era \u201c<em>tipo um Tristania de Londrina<\/em>\u201d. A banda informou ser, na verdade, de Santa Maria-RS, por\u00e9m no meu cora\u00e7\u00e3o vai ser sempre o Tristania de Londrina. A forma\u00e7\u00e3o \u00e9 bem t\u00edpica de bandinha g\u00f3tica, uns nerd\u00f5es nos instrumentos e uma vocalista gatinha, a Luana. Como em toda banda de jovens, a apresenta\u00e7\u00e3o foi um pouco confusa, com direito a corpse paint, vocal l\u00edrico, gutural, e tudo ao mesmo tempo com o equipamento de som horroroso do 92.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"e8be\">O atraso no in\u00edcio do evento e a invers\u00e3o da ordem das bandas prejudicou, no fim das contas, as bandas convidadas, especialmente a Finita. J\u00e1 era tarde quando subiram ao palco, e eu reparei num senhor que assistia ao show vestindo uma camiseta da banda, provavelmente o pai de algum dos integrantes. Imagino at\u00e9 que tenha sido ele quem dirigiu todo mundo para vir tocar em Curitiba, como fazia antigamente o meu padrasto com a banda de metal da filha dele. Isso me fez enxergar a banda com tanto carinho!<\/p>\n\n\n\n<p id=\"2ffa\">Achei que ainda falta um pouco de maturidade para entender como os m\u00fasicos trabalham melhor juntos, como desenvolver uma identidade sonora que, embora converse com diversas refer\u00eancias \u2014 de Arch Enemy a Trail of Tears \u2014 n\u00e3o seja t\u00e3o literal. Mas a energia dos m\u00fasicos no palco foi super bacana, mesmo imaginando que estivessem todos cansados da viagem e de tocar no final da noite. Luana tem uma presen\u00e7a muito marcante, tanto que nem consegui reparar muito nos outros m\u00fasicos.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"90be\">Retomando um pouco do que escrevi semana passada sobre a Psycho Decadence, acho que a gente que t\u00e1 no ~underground~ h\u00e1 mais tempo n\u00e3o t\u00e1 em posi\u00e7\u00e3o de cobrar um &#8220;produto definitivo&#8221; de m\u00fasicos que se juntam para experimentar seus limites tanto individual como coletivamente. Gosto mais da ideia de prestigiar, apoiar e, principalmente, acompanhar as surpresas que bandas t\u00e3o jovens podem trazer. Dito isso, queria realmente que mais gente tivesse visto o show da Finita, banda que acredito ter bastante potencial. No meu ver, ser\u00e1 muito legal se a banda souber direcionar o foco pra um som g\u00f3tico com pegada mais pop. Consigo ver eles tocando em bares, festas e fazendo um nome por si nesse nicho, bem mais que no metal extremo (afinal algu\u00e9m tem que ganhar algum dinheiro nessa jo\u00e7a).<\/p>\n\n\n\n<p id=\"73d0\">Gosto desses rol\u00eas mais movimentados porque eles costumam render mais observa\u00e7\u00f5es e mais hist\u00f3rias. Como melhor da noite eu colocaria, certamente, o fato do Nightfall ser uma banda bastante acess\u00edvel ao p\u00fablico e respeitosa com as bandas convidadas, t\u00e3o diferente das bandas daqui de Curitiba. Espero que os gregos gostem da cacha\u00e7a e p\u00e3o de queijo que sugerimos provar quando a turn\u00ea passar por Minas Gerais. E o maior problema, definitivamente, foi da parte do 92graus que&nbsp;<strong><em>enfiou uma porra de um evento inteiro no mesmo dia e hor\u00e1rio dos shows j\u00e1 anunciados h\u00e1 meses<\/em><\/strong>. Mas, por fim, creio ter sido uma experi\u00eancia rica por tratar-se de uma das raras ocasi\u00f5es em que convergiram os p\u00fablicos de ~bar de rock~ e de ~showzinho~, afinal, quando a banda \u00e9 gringa todo mundo resolve aparecer.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>EDIT<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Um adendo feito no instagram pelo Divon, do Abadon (rimou!) que vale muito \u00e0 pena colocar aqui a t\u00edtulo de esclarecimento:<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>s\u00f3 um adendo nesse texto pra n\u00e3o gerar nenhum tipo de m\u00e1 interpreta\u00e7\u00e3o generalizada: Nenhum banda toca de gra\u00e7a no Lado B. Eu posso dizer isso com propriedade. Babbur e Regina n\u00e3o cobram entrada aos domingos, mas toda e qualquer banda que toca ali, tem seu cach\u00ea garantido. Sendo daqui ou n\u00e3o, e, mesmo as que v\u00eam de fora, al\u00e9m do cach\u00ea, t\u00eam hospedagem e alimenta\u00e7\u00e3o garantida. Aqui h\u00e1 coisa que levamos muito a s\u00e9rio, e uma delas \u00e9: Underground n\u00e3o \u00e9 sin\u00f4nimo de amadorismo!<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p>Valeu pelo insight! S\u00f3 prova que o Lado B \u00e9 o bar mais firmeza dessa cidade &lt;3<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na sexta-feira, 17\/05, voltei ao fat\u00eddico 92graus. Lugares que recebem shows de bandas underground s\u00e3o raridade aqui em Curitiba, por isso o p\u00fablico local fica ref\u00e9m dos mesmos lugares de sempre, os quais, com raras exce\u00e7\u00f5es, deixam a desejar na infraestrutura e na qualidade dos equipamentos de som. 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