{"id":220,"date":"2025-02-12T02:24:37","date_gmt":"2025-02-12T05:24:37","guid":{"rendered":"https:\/\/curitibametal.com\/?p=220"},"modified":"2025-02-24T15:01:53","modified_gmt":"2025-02-24T18:01:53","slug":"rotting-christ-torches-of-nero-no-torknroll","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/curitibametal.com\/?p=220","title":{"rendered":"Rotting Christ + Torches of Nero no Tork&#8217;n&#8217;Roll"},"content":{"rendered":"\n<p>AAAAAH como \u00e9 bom chegar em casa e sentar! Est\u00e1 fazendo um calor inclemente e a noite parece convidar para uma cerveja na cal\u00e7ada, mas, veja bem, ainda \u00e9 ter\u00e7a-feira. Apesar de ser apenas o in\u00edcio da semana \u00fatil, cerca de 400 pessoas se reuniram no Tork&#8217;n&#8217;Roll para o muito aguardado (vide posts anteriores) show de Rotting Christ em Curitiba. <\/p>\n\n\n\n<p>O Tork \u00e9 o autointitulado maior bar de rock da Am\u00e9rica Latina. Fica em Curitiba, no bairro Rebou\u00e7as, no espa\u00e7o onde antes parece ter funcionado algum estabelecimento automotivo. A est\u00e9tica do lugar preserva essa caracter\u00edstica, com uma entrada que parece uma garagem, onde motos podem ser estacionadas. Depois das motos formam-se as filas para cadastro e revista dos frequentadores do bar, sendo num recuo do lado dessas filas o aqu\u00e1rio que funciona de fum\u00f3dromo. Quando se entra no bar, v\u00ea-se o espa\u00e7o de um enorme barrac\u00e3o onde nas paredes laterais funcionam diversas lojas e lanchonetes, como numa pra\u00e7a de alimenta\u00e7\u00e3o. Ao centro, mesas e cadeiras fixas atendem aos usu\u00e1rios desse espa\u00e7o. Ao continuar andando, bem no meio do espa\u00e7o da casa, se coloca um enorme balc\u00e3o de bebidas em formato meio oval. Esse balc\u00e3o divide o espa\u00e7o da pra\u00e7a de alimenta\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o de shows, que \u00e9 amplo e conta com um palco largo e bem equipado: s\u00e3o dois pain\u00e9is de led nas laterais e um bom equipamento de som. <\/p>\n\n\n\n<p>Cheguei no local \u00e0s 19h15 ap\u00f3s alguma dificuldade para conseguir uber no hor\u00e1rio de pico. Entrei sem pegar fila, passando pelo credenciamento de imprensa. Esse foi meu primeiro show como imprensa por esse blog, e eu estava bastante contente por ter conseguido me credenciar (Obrigada Clovis e Kenia da Acesso Music &lt;3). Ainda n\u00e3o havia encontrado meus amigos quando iniciou o show da banda de abertura, a Torches of Nero, por isso me coloquei na grade para tentar fazer alguns v\u00eddeos. <\/p>\n\n\n\n<p>Como mencionado numa postagem anterior, a Torches of Nero \u00e9 um nome importante do black metal ga\u00facho. De forma\u00e7\u00e3o relativamente recente, a banda trouxe ao palco uma caracteriza\u00e7\u00e3o visual esfor\u00e7ada, talvez at\u00e9 esfor\u00e7ada demais. O vocalista da banda vestia uma burca de cetim vermelha, o baterista tocava sem camisa e usando um capuz decorado com o crucifixo invertido do Mayhem, e o baixista vestia uma esp\u00e9cie de h\u00e1bito religioso negro, com uma estola vermelha decorada com s\u00edmbolos dourados e uma m\u00e1scara de dem\u00f4nio preta. Adornavam o palco dois estandartes vermelhos \u00e0 moda dos estandartes romanos: um trazia o desenho de colunas d\u00f3ricas ru\u00eddas e o outro, encabe\u00e7ado por algo que parecia uma \u00e1guia romana, trazia dizeres escritos em grego e hebraico. Nada fez sentido para mim. <\/p>\n\n\n\n<p>A sonoridade da Torches \u00e9 crua e r\u00e1pida, bem tradicional do black metal de influ\u00eancia grega, especialmente dos primeiros discos do Rotting Christ. O vocalista da banda, a quem entrevistei anteriormente, \u00e9 <strong>aficionado<\/strong> por Rotting Christ e conta com uma vasta cole\u00e7\u00e3o de memorabilia relacionada \u00e0 banda. O que \u00e9 incomum, no que toca \u00e0s m\u00fasicas da Torches of Nero, \u00e9 a dura\u00e7\u00e3o &#8211; as musicas s\u00e3o consideravelmente longas e repetitivas, como se evocassem um hino religioso ou mesmo um mantra. Essa \u00e9 uma caracter\u00edstica que, particularmente, apela muito a mim, mas que acho que, nas circunst\u00e2ncias observadas, depuseram contra a banda.<\/p>\n\n\n\n<p>Creio, no entanto, que depuseram contra a banda por raz\u00f5es externas a ela: as luzes do palco eram fortes e, portanto, anticlim\u00e1ticas em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 cenografia de mist\u00e9rio proposta pela banda; e, em segundo lugar, porque se espera que bandas de abertura sejam curtas em seus setlists e r\u00e1pidas em rela\u00e7\u00e3o a sua sonoridade &#8211; afinal, a fun\u00e7\u00e3o da banda \u00e9 aquecer o p\u00fablico para o show principal. Essa n\u00e3o parece ser a proposta da Torches of Nero, sabe? Acho que essa banda pede um espa\u00e7o mais intimista e, principalmente, mais tempo para que se construa a ritual\u00edstica de sua atmosfera.<\/p>\n\n\n\n<p>Torches of Nero \u00e9 uma banda bastante conceitual. Nem tanto sonoramente, o som \u00e9 mais facilmente intelig\u00edvel que a proposta est\u00e9tica. Mas existiu um descompasso ali que, conversando com os caras depois do show, se mostrou contingente \u00e0s circunst\u00e2ncias do rol\u00ea. Para voc\u00ea ver como existe um conceito que n\u00e3o se traduziu na performance, a m\u00fasica que mais gostei tinha um nome grego que n\u00e3o consegui decorar. Segue um v\u00eddeo de parte da m\u00fasica:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Torches of Nero @ Tork\u2019n\u2019Roll 11.02.25 #music #metal #live #blackmetal\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/b6mD9hAl32E?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><figcaption class=\"wp-element-caption\">Desculpa o v\u00eddeo na vertical, era para ter sido um stories que ficou longo demais.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Excusando-me a m\u00e1 cinegrafia da parada, percebe-se pelo \u00e1udio que os sons graves tamb\u00e9m tinham intensidade insuficiente \u00e0 necess\u00e1ria para esse tipo de som. Isso, infelizmente se repetiu no show principal, da banda Rotting Christ. Mas, pessoalmente, acho que isso se deve muito \u00e0 caracter\u00edstica<s> poper\u00f4, digo, farofeira<\/s> do bar, que, usualmente, recebe shows de bandas cover de g\u00eaneros de rock e metal mais bem populares e menos pesados que black metal. <\/p>\n\n\n\n<p>Eis que Rotting Christ sobe ao palco! Foi minha segunda vez vendo a banda ao vivo, no ano passado, 2024, assisti ao show da tour de 35 anos da banda como presente de anivers\u00e1rio dos meus tamb\u00e9m 35 anos de idade. No show de abertura eu n\u00e3o sabia que minha pulseira dava acesso \u00e0 frente da grade do show, descobri isso por tentativa e <s>erro<\/s> acerto na hora em que come\u00e7ava o show do Rotting Christ. Na lateral do palco encontrei os guris da Torches of Nero, j\u00e1 desmontados de seus figurinos e o Marlon, produtor da M.A.D que ser\u00e1 respons\u00e1vel pelos pr\u00f3ximos festivais de metal extremo aqui em Curitiba. <\/p>\n\n\n\n<p>Existe em ingl\u00eas uma palavra que \u00e9 &#8220;starstruck&#8221; e n\u00e3o tem tradu\u00e7\u00e3o para o portugu\u00eas. \u00c9 algo como estar fascinada por uma celebridade, ou algo assim. Ali na lateral do palco me senti um pouco assim, tentando desesperadamente vencer minha inabilidade em fotografar o movimento no palco e ao mesmo tempo curtir o show, e ao mesmo tempo pensar no tipo de conte\u00fado sendo produzido para essa cr\u00f4nica, e ao mesmo tempo tentando n\u00e3o atrapalhar ningu\u00e9m ali naquele espa\u00e7o. O setlist do show era, se n\u00e3o muito parecido, igual ao do \u00faltimo show que assisti. Isso ofereceu a vantagem de saber quando entrariam minhas m\u00fasicas favoritas para tentar filmar a experi\u00eancia. Mas devo dizer que durante todo o show minha maior preocupa\u00e7\u00e3o era tentar atrapalhar o menos poss\u00edvel quem estivesse ali na frente da grade. <\/p>\n\n\n\n<p>A banda transmitia uma vibe de &#8220;estamos muito felizes de estar aqui com voc\u00eas&#8221;, algo que, conversando com uns amigos depois do show, causou a impress\u00e3o de n\u00e3o ornar com a vibe ~maligna~ de muitas das musicas. Tamb\u00e9m senti falta de alguma cenografia, ou uma ilumina\u00e7\u00e3o que deixasse o palco com uma aura mais misteriosa. O show abriu com Aealo, do disco de mesmo nome, seguida de Pretty World, Pretty Dies, do \u00e1lbum mais recente da banda, Pro Xristou. Esperei ansiosamente por Kata Ton Demona Eaytoy, que consegui filmar quase inteira de um canto onde esperava n\u00e3o atrapalhar ningu\u00e9m:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Kata Ton Demona Eaytoy - Rotting Christ @ Tork\u2019n\u2019Roll 11.02.25\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/UTYxPrGy2PU?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p>Eu sa\u00ed do corpo quando essa m\u00fasica tocou. Na moralzinha, inesquec\u00edvel. Se o v\u00eddeo estiver tremido ter\u00e1 sido de emo\u00e7\u00e3o kkkkk. Outra m\u00fasica que me tira do s\u00e9rio \u00e9 Elthe Kyrie. Essa e In-Yumen Xibalba foram as \u00fanicas nesse set do \u00e1lbum Rituals que \u00e9 de longe meu favorito do Rotting Christ. Esse \u00e1lbum inteiro \u00e9 uma obra de arte. <\/p>\n\n\n\n<p>Uma banda com tantos anos de estrada sabe agradar tamb\u00e9m aos f\u00e3s mais antigos, por isso n\u00e3o faltaram os cl\u00e1ssicos Non Serviam, Societas Satanas e King of a Stellar War. O p\u00fablico curtiu e cantou junto cada uma dessas m\u00fasicas. E eu aproveitei o decorrer do show para dar uma rodada pela pista, fazendo fotos e alguns v\u00eddeos que nem de longe ficaram t\u00e3o bons quanto esses feitos de pertinho. Encontrei alguns amigos no caminho, com os quais troquei palavras apressadas entre uma m\u00fasica e outra.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Rotting Christ @ Tork\u2019n\u2019Roll 11.02.25 #blackmetal #live #music #metal\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/HH_CYzIQGmM?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><figcaption class=\"wp-element-caption\">Grandis Spiritus Diavolos. Mais um videozinho que era pra stories kkk<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>O rol\u00ea n\u00e3o acabou, todavia, ap\u00f3s o bis &#8211; que foi a m\u00fasica Noctis Era. Junto \u00e0 grade que separava o palco da pista formou-se uma fila, pois j\u00e1 \u00e9 sabido que o Rotting Christ n\u00e3o cobra por fotos e aut\u00f3grafos com seus f\u00e3s. Conversando com meu par\u00e7a Baal Seth Penitent, do Torches of Nero, consegui um cd do \u00e1lbum Pro Xristou que vem acompanhado de um adesivo e um p\u00f4ster do Rotting Christ, em que consegui aut\u00f3grafos de todos os membros, com exce\u00e7\u00e3o do vocalista Sakis Tolis. Vou guardar a lembran\u00e7a com muito carinho! Obrigada Baal Seth Penitent e Rotting Christ &lt;3 Ah, e aproveitei para usar todo meu conhecimento de grego para agradecer com \u03b5\u03c5\u03c7\u03b1\u03c1\u03b9\u03c3\u03c4\u03ce aos membros da banda por suas assinaturas. <\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-large is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"768\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/curitibametal.com\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/IMG_2395-768x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-226\" style=\"width:476px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/curitibametal.com\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/IMG_2395-768x1024.jpg 768w, https:\/\/curitibametal.com\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/IMG_2395-225x300.jpg 225w, https:\/\/curitibametal.com\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/IMG_2395-1152x1536.jpg 1152w, https:\/\/curitibametal.com\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/IMG_2395-1536x2048.jpg 1536w, https:\/\/curitibametal.com\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/IMG_2395-scaled.jpg 1920w\" sizes=\"auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Sakis Tolis tira fotos com f\u00e3s ap\u00f3s o show em Curitiba<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"743\" height=\"991\" src=\"https:\/\/curitibametal.com\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/BD3B6E9C-4092-4018-A968-4A96DF6D8EA9.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-227\" style=\"width:477px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/curitibametal.com\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/BD3B6E9C-4092-4018-A968-4A96DF6D8EA9.jpg 743w, https:\/\/curitibametal.com\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/BD3B6E9C-4092-4018-A968-4A96DF6D8EA9-225x300.jpg 225w\" sizes=\"auto, (max-width: 743px) 100vw, 743px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Eu tentando n\u00e3o fazer sinal de fac\u00e7\u00e3o com os guris da Torches of Nero<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Em momentos como esse, sou grata \u00e0 iniciativa do blog (grata a mim mesma hahaha) por me dar a oportunidade de registrar as impress\u00f5es que tive dessa experi\u00eancia, especialmente em se tratando da minha primeira vez como cobertura de imprensa num show. Essa \u00e9 uma daquelas que chamo &#8220;alegria de pesquisa&#8221;, quando voc\u00ea v\u00ea um projeto individual frutificar num plano coletivo. Espero que venham &#8211; e vir\u00e3o! &#8211; outras oportunidades t\u00e3o inesquec\u00edveis como essa. Como disse hoje mais cedo, eu sou apenas uma cientista e a sociedade \u00e9 meu laborat\u00f3rio. Estou contente por ter escolhido o metal extremo como laborat\u00f3rio social desse fazer que \u00e9 em grande medida autoetnogr\u00e1fico. Nos vemos nos pr\u00f3ximos shows!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>AAAAAH como \u00e9 bom chegar em casa e sentar! Est\u00e1 fazendo um calor inclemente e a noite parece convidar para uma cerveja na cal\u00e7ada, mas, veja bem, ainda \u00e9 ter\u00e7a-feira. 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